Entrevista: UOL Au!Cães
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Feliz pra Cachorro
Cães pequenos em pequenos espaços
124 páginas / Preço: R$ 25,90
Capa vermelha (nova)
Todos os livros comprados através do blog são autografados
dúvidas ou informações: felizpracachorro@felizpracachorro.com.br

Três obras voltadas para as pessoas que são apaixonadas por animais e sabem o valor que eles têm na vida ou para quem está pensando em adotar um. Casos verídicos que mostram a extensão do amor e da compaixão dos animais
estão em “A Compaixão dos Animais” (Editora Cultrix), de Kristin Von Kreisler. A autora acredita que os seres humanos estão em débito com as criaturas do reino animal e lhe devendo respeito. Ela pretende mudar a maneira como o leitor percebe os animais, recorrendo a casos como o da gorila Binti, do zoológico de Chicago (EUA), que virou manchete no mundo todo, quando um menino caiu no recinto dos primatas. Binti pegou-o nos braços, confortou-o e então colocou-o onde os funcionários do zoológico pudessem alcançá-lo. A autora relata outras histórias, como a de um cachorro que salvou um bebê de um fogo de artifício, de um gato que chamou ajuda para seu dono que passava mal e de um cavalo que ajudou uma pessoa idosa.
Já no livro “Feliz pra Cachorro – Cães Pequenos em Pequenos Espaços” (CMS Editora), de Ana Cláudia Bessa, o leitor encontrará informações básicas para quem está planejando ter um cão de pequeno porte. Ela apresenta várias orientações e dicas que vão desde a escolha da raça e do sexo do animal, até as implicações para quem deseja ter um
cão, mas mora em apartamento. Tem ainda os cuidados com as vacinas e vermífugos, as visitas ao veterinário, alimentação, adestramento, banho, tosas, acasalamento, castração, e até uma ida ao geriatra, quando o animal
ficar mais velho. A escritora levou dois anos para finalizar o livro e contou com o apoio de veterinários e profissionais da área para orientá-la. Quanto à saúde dos animais, os remédios florais prometem solucionar muitos problemas físicos e emocionais. O livro“Remédios Florais de Bach” (Editora Pensamento), de Helen Graham e Gregory Vlamis pretende eliminar, com a aplicação do floral, diversos aborrecimentos decorrentes de doenças, como incontinência urinária, indisciplina, miados ou latidos excessivos, agressividade, entre outros problemas. A correção do comportamento, acreditam os autores, pode, muitas vezes, salvar a vida do animal ou ainda livrá-lo de uma cirurgia, além de reduzir significativamente o sofrimento de todos os envolvidos. São tratadas ainda as emoções e os vínculos estabelecidos entre os bichos e seus donos.
[fonte: http://www.portalbaixadasantista.com.br/artigos.asp?data=12/10/2008&id=13]

Nem todas as raças são adequadas para viver em pequenos espaços ou ainda, podem não ser adequadas ao nosso estilo de vida ou ao nosso temperamento. Por isso, conhecer a respeito de cada uma das raças é fundamental!
O Basset Hound, por exemplo, se adapta a pequenos espaços mas late bastante;
O Beagle é brincalhão mas solta muito pêlo;
O Lhasa Apso aguenta longos períodos sozinhos mas pode não ser muito adaptável a crianças;
O Poodle é muito popular e por isso, propenso a desvios de comportamento …
Você sabe porquê?
Características como estas são importantes na hora de escolher a raça do seu futuro companheiro.
No livro você vai encontrar informações que vão ajudar a definir qual a raça mais adequada para o seu caso entre 18 raças citadas.
Isso vai facilitar sua escolha e fazer com que ela seja o mais consciente possível.
Especialista em saúde pública diz que eutanásia em cães não protege humanos
09de maio de 2010
As evidências científicas que preconizam a eutanásia em cães como forma de
proteger os homens da leishmaniose visceral são frágeis e ambíguas, na
opinião do médico e especialista em saúde pública tropical Carlos Henrique
Nery Costa. De acordo com ele, a estratégia de eliminar cães não tem nenhum
impacto sobre a saúde humana.
“Não adianta matar (cães) porque as pessoas não vão ter menos Calazar
(leishmaniose). Até compreendo a “boa intenção” do Ministério da Saúde (MS),
mas não é ciência. O volume de contaminações não seria maior sem as
eutanásias. Não existe uma única evidência de que tirar a vida de um
cachorro protege as pessoas. Não tem nenhuma eficácia”, diz o médico. Até há
cinco anos, ele era consultor do próprio MS para o programa de controle de
leishmaniose.
Doutor em Saúde Pública Tropical pela Harvard University, ele atualmente é
professor da Universidade Federal do Piauí, médico do Governo do Estado do
Piauí e Coordenador Executivo da Rede Nordeste de Biotecnologia. Costa foi
indicado como referência por vários membros de entidades de proteção animal
de Bauru. Ele explica que a ideia da eutanásia começou há mais de seis
décadas com um famoso cientista israelense (Adler).
“Ele tratou alguns cães na Palestina com as medicações disponíveis na época
e não curou. Concluiu que o melhor jeito de controlar a doença era matar os
bichinhos. Logo em seguida, começou o regime comunista na China, onde a
situação era deplorável do ponto de vista geral, inclusive de Calazar
(leishmaniose). Decidiram então atacar o Calazar”, informa. Na época,
trabalharam em três frentes: trataram em massa as pessoas, mataram cães em
algumas áreas e usaram inseticida extensivamente.
O DDT era utilizado nas paredes das casas, informa o médico. O país contava
na ocasião com dois tipos de leishmaniose visceral. A zoonótica (que atinge
homens e animais – trata-se da encontrada no Brasil) e a antroponótica (só
infecta seres humanos). “Quando começaram esse programa quase acabaram com o
Calazar, mas principalmente nas áreas de transmissão entre pessoas. O
Calazar Zoonótico continua na China. Mas foi concluído que matar cachorro
também era eficiente”, acrescenta.
Já no Brasil, a história das eutanásias começa com o cientista Joaquim
Eduardo Alencar, no Ceará, explica o médico do Piauí. “Diante da grande
quantidade de casos, ele começou a matar cães. Mas tem até um trabalho dele
mostrando que nos distritos onde só fez matar cães, a doença continuou
igual, até piorou um pouquinho. Mas nos municípios onde ele usou DDT,
diminuiu bastante”, destaca.
Do ponto de vista teórico, com base em modelagem matemática, o elo mais
frágil da transmissão da doença é o inseto, não o cão (reservatório),
enfatiza. “Porém, os inseticidas atuais, do modo como são utilizados, parece
que não são eficientes. O que devemos reavaliar, voltar a estudar é o DDT,
que é objeto de muita controvérsia”, conclui.
O Ministério da Saúde não segue as normas internacionais de consulta
comunidade científica, segundo o especialista em saúde pública tropical
Carlos Henrique Nery Costa. De acordo com ele, qualquer recomendação
concernente à saúde pública deve ter fundamentos científicos, conforme
consta no Código Sanitário Internacional.
Para dispor de evidências científicas, o MS deveria encomendar oficialmente
um texto de especialistas tanto no assunto quanto em revisão sistemática.
“Ele (o especialista) escreve o texto e faz uma avaliação idônea, não
enviesada da literatura. Feita a revisão, apresenta a um comitê de pessoas
que lida na área e, então, é retirada uma conclusão. Se a medida deve ser
tomada ou não”, explica.
Já o que foi feito em outubro do ano passado foi uma revisão bibliográfica,
pondera o médico. Na ocasião, foram analisados periódicos científicos de
circulação nacional e internacional, sendo que a conclusão reiterou a
proibição do tratamento canino no País e a indicação de eutanásia para cães
infectados. Segundo o texto elaborado pelo governo federal, os modelos de
tratamento propostos atualmente podem levar a uma melhoria transitória do
quadro clínico do cão, reduzindo os níveis de parasitas.
“Revisão sistemática é outra coisa. A redação tem uma série de critérios e
exigências. Aquilo foi uma revisão bibliográfica que você pode fazer com
quem você quiser. Como é comum que os autores tenham uma opinião formada
anteriormente, portanto tenham uma afinidade maior com certas referências, a
revisão bibliográfica simples não atende às exigências de uma representação
idônea do pensamento científico”, finaliza.
A possibilidade de existirem outros transmissores da leishmaniose, além do
‘mosquito palha’, tem sido aventada por alguns especialistas. De acordo com
Carlos Henrique Nery Costa, existem alguns estudos que também apontam como
vetores um carrapato e outro inseto parecido com o ‘palha’.
“O que é cientificamente estabelecido, acordado, é o ‘mosquito palha’. Mas é
possível sim que haja transmissão direta entre cães. Como um cão lambendo o
outro, mordendo o outro, tendo relações sexuais. É possível, mas não sabemos
a expansão disso. A pergunta que se coloca é a seguinte: de onde vêm os
parasitas que infectam os insetos? Nos seres humanos, provavelmente do
sangue. Já dos cães não temos certeza. Pode ser da pele, que está doente,
como pode ser do sangue também”, afirma.
Costa diz não ter nada a favor especialmente dos cães. Mas acredita
tratar-se de um animal que merece respeito e humanidade. “Não pode ser
submetido a nada que ameace sua vida. Os cães não são seres moralmente
insignificantes”, pondera.
*Fonte: Jornal da Cidade
Achei esta matéria no site Sturm and Drang da minha querida amiga Denise Rangel e adorei. Tomara que alguém abrace essa iniciativa e comece a fabricar em grande escala. Não sei se o telhadinho dela é destacável, o que facilitaria bastante a limpeza, mas se não for, fica a dica para quem quiser encarar o desafio de inovar o mercado com casinhas de cachorro feitas de Tetra Pak recicladas! Caixinha de areia pra gato também dá para fazer, né? E comedouros, será que dá? Deve dar, afinal serve para fazer telha! Ih…olha o mercado de possibilidades se abrindo!
Mas para isso tudo acontecer, é preciso que todos nós destinemos nosso lixo reciclável corretamente.
Vamos fazer a nossa parte!

Post completo da Denise Rangel falando sobre a recilagem das Tetra Paks :
http://drang.com.br/blog/2008/11/caixinhas-tetra-pak-viram-casinha-de-cachorro/
Vídeo do programa Cidades e Soluções: O problema das embalagens longa vida .
Imagens: globo.com

“Agora temos a Jade ( Bichon frisé ) e temos utilizado muito seu livro…” Daniel Rocha – RJ

Samantha Shiraishi conta sua história na escolha do amigo bicho para a familia.